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  • 13 JUL

    PORCIÚNCULA/RJ  

    Festival SESC de Inverno

  • 21 JUL

    BRASÍLIA/DF  

    Festival de Inverno SESC DF

  • 10 AGO

    RIO DE JANEIRO/RJ

    Circo Voador

    Festival Medio Y Medio com Kevin Johansen

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  • 29 NOV

    MONTEVIDEO/URUGUAI

    Teatro Solís – Sala Principal

    Paulinho Moska 30 años

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BELEZA E MEDO

DISCOGRAFIA

DISCOGRAFIA

UM PAR ÍMPAR 

PAULINHO MOSKA E ZÉLIA DUNCAN

Um par ímpar é uma dupla singular. Moska e Zélia são amigos e parceiros desde o primeiro disco solo de cada um, ainda na década de noventa. São mais de vinte e cinco anos de amizade e de canções compostas juntos. O projeto já estava sendo pensado pelos dois artistas há muito tempo, quando começaram a compor e gravar pérolas como “Carne e Osso”, “O Tom do Amor”, “Sinto Encanto” e “Não”.

E ao longo dos anos foram se aproximando cada vez mais com as novas “Feliz Caminhar” e “Medo do Medo”, gravadas respectivamente nos álbuns mais recentes “Tudo é Um” (Zélia/2019) e “Beleza e Medo” (Moska/2018). Mas a ideia da turnê começou a se concretizar quando em 2012 criaram a canção “Um Par Ímpar” (letra em anexo), um hino de encontro, de liberdade, de turma, de tribo, da união de todos nós: “Somos a canção da natureza, somos loucos por beleza e do que ela é capaz. Somos uma onda diferente, se você quer vir com a gente traga amor e mais.”

Guardaram a canção numa gaveta especial porque já sabiam que esse poderia ser também o nome da turnê tão sonhada pelos dois. E agora chegou a hora de escutá-la. Conhecidos pelo bom uso da palavra poética em suas letras, o show da dupla de cantautores que se une pela primeira vez em uma turnê apresenta suas versões das parcerias e outras surpresas que completam o repertório.

Além dos sucessos citados acima, canções da carreira individual de cada um, canções de outros autores (como “A Idade do Céu”, do uruguaio Jorge Drexler e gravada pelos dois) e inéditas composta pela dupla também aparecem no roteiro.

“Um Par Ímpar” nos sugere um verdadeiro encontro que se unifica, um plural que se singulariza, uma diversidade que equilibra. E assim são Zélia e Moska, diferenças que se completam, semelhanças que se potencializam. Um par singular, um ímpar plural.”

UM PAR ÍMPAR 

foto

PAULINHO MOSKA E ZÉLIA DUNCAN

Um par ímpar é uma dupla singular. Moska e Zélia são amigos e parceiros desde o primeiro disco solo de cada um, ainda na década de noventa. São mais de vinte e cinco anos de amizade e de canções compostas juntos. O projeto já estava sendo pensado pelos dois artistas há muito tempo, quando começaram a compor e gravar pérolas como “Carne e Osso”, “O Tom do Amor”, “Sinto Encanto” e “Não”.

E ao longo dos anos foram se aproximando cada vez mais com as novas “Feliz Caminhar” e “Medo do Medo”, gravadas respectivamente nos álbuns mais recentes “Tudo é Um” (Zélia/2019) e “Beleza e Medo” (Moska/2018). Mas a ideia da turnê começou a se concretizar quando em 2012 criaram a canção “Um Par Ímpar” (letra em anexo), um hino de encontro, de liberdade, de turma, de tribo, da união de todos nós: “Somos a canção da natureza, somos loucos por beleza e do que ela é capaz. Somos uma onda diferente, se você quer vir com a gente traga amor e mais.”

Guardaram a canção numa gaveta especial porque já sabiam que esse poderia ser também o nome da turnê tão sonhada pelos dois. E agora chegou a hora de escutá-la. Conhecidos pelo bom uso da palavra poética em suas letras, o show da dupla de cantautores que se une pela primeira vez em uma turnê apresenta suas versões das parcerias e outras surpresas que completam o repertório.

Além dos sucessos citados acima, canções da carreira individual de cada um, canções de outros autores (como “A Idade do Céu”, do uruguaio Jorge Drexler e gravada pelos dois) e inéditas composta pela dupla também aparecem no roteiro.

“Um Par Ímpar” nos sugere um verdadeiro encontro que se unifica, um plural que se singulariza, uma diversidade que equilibra. E assim são Zélia e Moska, diferenças que se completam, semelhanças que se potencializam. Um par singular, um ímpar plural.”

PAULINHO MOSKA 30 ANOS

Paulinho Moska reúne sua banda para celebrar 30 anos de carreira do jeito que mais gosta: no palco, rodeado de amigos queridos, tocando e cantando para o seu público atento. No show, o cantor e compositor guia a plateia por uma viagem poética sobre a vida, através de suas músicas autorais – novas e antigas – e de algumas composições de outros artistas que o inspiram. 

“A coisa de que mais gosto nessa vida é estar em cima do palco, tocando e cantando. É o momento em que tudo transcende e a música me coloca em estado de êxtase, numa viagem sensória. É também quando recebo uma energia fundamental na minha vida: o olhar do público. E, quanto mais o tempo passa, mais tenho vontade de viajar mais, conhecer mais, encontrar mais”, conta Paulinho Moska.

Com uma pegada mais pop rock, o repertório inclui músicas de seu último trabalho, que caminham juntas com grandes sucessos, como “Pensando em Você”, “Idade do Céu” e “Namora Comigo”, e com canções como “Metamorfose Ambulante”, de Raul Seixas, e “Um Girassol da Cor de Seu Cabelo”, de Lô e Márcio Borges. Paulinho Moska vem acompanhado por Larissa Conforto (bateria), Lancaster (baixo), Miguel Bestard (guitarra) e Tibi (teclados). A direção musical do show é de Rodrigo Suricato (vocalista e guitarrista do Barão Vermelho).

Com uma carreira musical marcada por sucessos, o artista carioca estreou sua discografia, em 1993, com “Vontade”. De lá pra cá, já são três décadas escrevendo canções em que as letras se destacam tanto quanto a melodia.A primeira canção de Moska a se tornar nacionalmente conhecida foi “O Último Dia” (Moska/Billy Brandão) do seu segundo disco, “Pensar é Fazer Música” (1995), que trazia a pergunta: “O que você faria se só te restasse um dia?”. No disco seguinte, “Contrasenso”(1997), a canção “A Seta e o Alvo” (Moska/Nilo Romero) começou a soar nas rádios do país, seguida de “Um Móbile no Furacão” e “Sem Dizer Adeus” (1999), “Tudo Novo de Novo”(2003), “Pensando em Você” (2003) e “A Idade do Céu” (2003). Essas foram as canções mais conhecidas da sua primeira década de trabalho, além de “Relampiano” (parceria com Lenine) e “Admito que Perdi” (gravada por Marina Lima).

Foi no álbum “Tudo Novo de Novo” (2003), que Moska iniciou uma relação muito íntima com artistas da América Latina, gravando “A Idade do Céu”, sua versão para “La Edad del Cielo”, tema do uruguaio Jorge Drexler, que depois faria sucesso também nas vozes de Simone e Zélia Duncan. A proximidade com os artistas latinos desembocou no álbum “Locura Total” (2015), gravado em português e espanhol e em parceria com o argentino Fito Páez. O disco foi indicado ao Grammy Latino na categoria de Melhor Canção com “Hermanos”(Moska/Fito Paez). Em 2018, lançou o disco de inéditas “Beleza E Medo”.

Moska emplacou incontáveis temas em trilhas da TV Globo – 11 deles, em sua própria voz. Também se tornou um compositor muito requisitado por outras vozes. A primeira foi Marina Lima, que, em 1995, abriu o álbum “Abrigo” com “Admito que Perdi”. Depois, vieram inúmeras outras gravações, por artistas como Maria Bethânia (“Saudade”), Elba Ramalho (“Relampiano”), Ney Matogrosso (“O Último Dia” e “Gotas do Tempo Puro”), Gal Costa, que gravou “Unhas e Cabelos” (Moska/Breno Góes) , entre muitos outros. 

Na TV, apresentou 11 temporadas – 10 produzidas no Brasil e uma gravada em Montevidéu, do programa “Zoombido”, no Canal Brasil. Nesse período, levou mais de 250 compositores à sala de espelhos. Nomes de todas as gerações e estilos. Além de entrevistar e fotografar, Moska faz um dueto com todos eles, cantando e tocando violão. Os EPs da série contendo os áudios dos episódios estão disponibilizados nos aplicativos de música.

Concebeu, dirigiu e atuou na emocionante série documental “Tu Casa es Mi Casa”, lançada pela HBO, que revela uma América Latina moderna e contemporânea. Nela, personalidades populares em cada país se unem a Moska na busca de razões para prever um grande futuro para o nosso continente. Além das esperadas canções, estes encontros resultam em interpretações visuais das conquistas de cada lugar, que Paulinho tatuou no próprio corpo, como prova do seu compromisso e entusiasmo por essas ideias.

PAULINHO MOSKA 30 ANOS

foto 30

Paulinho Moska reúne sua banda para celebrar 30 anos de carreira do jeito que mais gosta: no palco, rodeado de amigos queridos, tocando e cantando para o seu público atento. No show, o cantor e compositor guia a plateia por uma viagem poética sobre a vida, através de suas músicas autorais – novas e antigas – e de algumas composições de outros artistas que o inspiram. 

“A coisa de que mais gosto nessa vida é estar em cima do palco, tocando e cantando. É o momento em que tudo transcende e a música me coloca em estado de êxtase, numa viagem sensória. É também quando recebo uma energia fundamental na minha vida: o olhar do público. E, quanto mais o tempo passa, mais tenho vontade de viajar mais, conhecer mais, encontrar mais”, conta Paulinho Moska.

Com uma pegada mais pop rock, o repertório inclui músicas de seu último trabalho, que caminham juntas com grandes sucessos, como “Pensando em Você”, “Idade do Céu” e “Namora Comigo”, e com canções como “Metamorfose Ambulante”, de Raul Seixas, e “Um Girassol da Cor de Seu Cabelo”, de Lô e Márcio Borges. Paulinho Moska vem acompanhado por Larissa Conforto (bateria), Lancaster (baixo), Miguel Bestard (guitarra) e Tibi (teclados). A direção musical do show é de Rodrigo Suricato (vocalista e guitarrista do Barão Vermelho).

Com uma carreira musical marcada por sucessos, o artista carioca estreou sua discografia, em 1993, com “Vontade”. De lá pra cá, já são três décadas escrevendo canções em que as letras se destacam tanto quanto a melodia.A primeira canção de Moska a se tornar nacionalmente conhecida foi “O Último Dia” (Moska/Billy Brandão) do seu segundo disco, “Pensar é Fazer Música” (1995), que trazia a pergunta: “O que você faria se só te restasse um dia?”. No disco seguinte, “Contrasenso”(1997), a canção “A Seta e o Alvo” (Moska/Nilo Romero) começou a soar nas rádios do país, seguida de “Um Móbile no Furacão” e “Sem Dizer Adeus” (1999), “Tudo Novo de Novo”(2003), “Pensando em Você” (2003) e “A Idade do Céu” (2003). Essas foram as canções mais conhecidas da sua primeira década de trabalho, além de “Relampiano” (parceria com Lenine) e “Admito que Perdi” (gravada por Marina Lima).

Foi no álbum “Tudo Novo de Novo” (2003), que Moska iniciou uma relação muito íntima com artistas da América Latina, gravando “A Idade do Céu”, sua versão para “La Edad del Cielo”, tema do uruguaio Jorge Drexler, que depois faria sucesso também nas vozes de Simone e Zélia Duncan. A proximidade com os artistas latinos desembocou no álbum “Locura Total” (2015), gravado em português e espanhol e em parceria com o argentino Fito Páez. O disco foi indicado ao Grammy Latino na categoria de Melhor Canção com “Hermanos”(Moska/Fito Paez). Em 2018, lançou o disco de inéditas “Beleza E Medo”.

Moska emplacou incontáveis temas em trilhas da TV Globo – 11 deles, em sua própria voz. Também se tornou um compositor muito requisitado por outras vozes. A primeira foi Marina Lima, que, em 1995, abriu o álbum “Abrigo” com “Admito que Perdi”. Depois, vieram inúmeras outras gravações, por artistas como Maria Bethânia (“Saudade”), Elba Ramalho (“Relampiano”), Ney Matogrosso (“O Último Dia” e “Gotas do Tempo Puro”), Gal Costa, que gravou “Unhas e Cabelos” (Moska/Breno Góes) , entre muitos outros. 

Na TV, apresentou 11 temporadas – 10 produzidas no Brasil e uma gravada em Montevidéu, do programa “Zoombido”, no Canal Brasil. Nesse período, levou mais de 250 compositores à sala de espelhos. Nomes de todas as gerações e estilos. Além de entrevistar e fotografar, Moska faz um dueto com todos eles, cantando e tocando violão. Os EPs da série contendo os áudios dos episódios estão disponibilizados nos aplicativos de música.

Concebeu, dirigiu e atuou na emocionante série documental “Tu Casa es Mi Casa”, lançada pela HBO, que revela uma América Latina moderna e contemporânea. Nela, personalidades populares em cada país se unem a Moska na busca de razões para prever um grande futuro para o nosso continente. Além das esperadas canções, estes encontros resultam em interpretações visuais das conquistas de cada lugar, que Paulinho tatuou no próprio corpo, como prova do seu compromisso e entusiasmo por essas ideias.

OS VIOLÕES FÊNIX DO MUSEU NACIONAL

No dia 2 de setembro de 2018 o Brasil assistiu ao vivo pela televisão as imagens do incêndio da sede do Museu Nacional, situado na Quinta da Boa Vista/ Rio de Janeiro, que destruiu quase a totalidade do acervo histórico e científico construído ao longo de duzentos anos, com mais de 10.000 itens destruídos pelo fogo e cerca de vinte milhões de itens catalogados. Além desse rico acervo, o próprio edifício que abrigava o museu, antiga residência oficial dos imperadores do Brasil, foi extremamente danificado com rachaduras e desabamento de sua cobertura, além da queda de lajes internas. Bombeiros de doze quartéis combateram as chamas.

Um desses bombeiros, o subtenente Davi Lopes, já desenvolvia há alguns anos uma atividade paralela ao seu serviço militar: ele é um luthier, ou melhor, um artesão de instrumentos musicais e sua especialidade é o violão. O curioso é que Davi aproveita madeiras de rescaldo dos incêndios que ele apaga para construir seus violões. Há muitos anos que ele produz instrumentos de alta classe assim, cada violão é feito da madeira que pertencia à uma cama, à uma cristaleira ou à uma mesa de cabeceira que foi parcialmente queimada e estava à caminho do lixo.

Ajudando a apagar o fogo do museu, Davi teve a mesma ideia de sempre, mas dessa vez parecia ser um pouco mais ambiciosa. Ele se juntou à um grupo de jornalistas, artistas, produtores que se auto intitularam “Fênix” e que durante dois anos trabalharam para conseguir as autorizações necessárias e cumprir todas burocracias com o objetivo de realizar o lindo e metafórico sonho de Davi. O projeto deu origem ao documentário “Fênix, o Voo de Davi”, produzido e exibido pela Globo News e atualmente pela Globoplay por streaming.

O cantor e compositor Paulinho Moska é um dos sete integrantes do grupo Fênix e sua canção “Tudo Novo de Novo” foi escolhida como tema principal do filme. Moska também participa do documentário ao lado dos músicos Gilberto Gil, Paulinho da Viola, Hamilton de Holanda, Nilze Carvalho e Felipe Prazeres. Os seis instrumentos produzidos pertencem ao museu, mas Moska é “padrinho” de dois deles e já fez uma turnê por Portugal em abril e maio de 2022 com sete concertos feitos exclusivamente com os dois violões Fênix.

O show “Paulinho Moska: Os Violões Fênix do Museu Nacional” começa com a exibição dos primeiros 15 minutos do documentário num telão no fundo do palco seguido de um repertório composto por grandes sucessos de sua carreira como Tudo Novo de Novo, A Seta e o Alvo, Pensando em Você, A Idade do Céu, Lágrimas de Diamantes, Último Dia, Muito Pouco, além de uma música inédita do mestre Pixinguinha que ganhou letra escrita recentemente por Moska: “A Dor Traz o Presente” (Pixinguinha/Moska).

O show é uma celebração da terceira vida dessas madeiras, que um dia foram árvores, depois viraram objetos de uma casa incendiada e agora são instrumentos de música e poesia. São usados microfones de alta qualidade para a captação de um som de mais de duzentos anos.

“Uma grande metáfora da vida, que precisa ser transformada e renovada em seu sentido” Paulinho Moska.

A história completa da confecção dos instrumentos pode ser conferida no documentário “Fênix – O voo de Davi”, com roteiro de Vinícius Dônola e direção de João Marcos Rocha e Roberta Salomone, no GloboPlay.

OS VIOLÕES FÊNIX DO MUSEU NACIONAL

Credito RODRIGO_SIMAS_1O6A2183

No dia 2 de setembro de 2018 o Brasil assistiu ao vivo pela televisão as imagens do incêndio da sede do Museu Nacional, situado na Quinta da Boa Vista/ Rio de Janeiro, que destruiu quase a totalidade do acervo histórico e científico construído ao longo de duzentos anos, com mais de 10.000 itens destruídos pelo fogo e cerca de vinte milhões de itens catalogados. Além desse rico acervo, o próprio edifício que abrigava o museu, antiga residência oficial dos imperadores do Brasil, foi extremamente danificado com rachaduras e desabamento de sua cobertura, além da queda de lajes internas. Bombeiros de doze quartéis combateram as chamas.

Um desses bombeiros, o subtenente Davi Lopes, já desenvolvia há alguns anos uma atividade paralela ao seu serviço militar: ele é um luthier, ou melhor, um artesão de instrumentos musicais e sua especialidade é o violão. O curioso é que Davi aproveita madeiras de rescaldo dos incêndios que ele apaga para construir seus violões. Há muitos anos que ele produz instrumentos de alta classe assim, cada violão é feito da madeira que pertencia à uma cama, à uma cristaleira ou à uma mesa de cabeceira que foi parcialmente queimada e estava à caminho do lixo.

Ajudando a apagar o fogo do museu, Davi teve a mesma ideia de sempre, mas dessa vez parecia ser um pouco mais ambiciosa. Ele se juntou à um grupo de jornalistas, artistas, produtores que se auto intitularam “Fênix” e que durante dois anos trabalharam para conseguir as autorizações necessárias e cumprir todas burocracias com o objetivo de realizar o lindo e metafórico sonho de Davi. O projeto deu origem ao documentário “Fênix, o Voo de Davi”, produzido e exibido pela Globo News e atualmente pela Globoplay por streaming.

O cantor e compositor Paulinho Moska é um dos sete integrantes do grupo Fênix e sua canção “Tudo Novo de Novo” foi escolhida como tema principal do filme. Moska também participa do documentário ao lado dos músicos Gilberto Gil, Paulinho da Viola, Hamilton de Holanda, Nilze Carvalho e Felipe Prazeres. Os seis instrumentos produzidos pertencem ao museu, mas Moska é “padrinho” de dois deles e já fez uma turnê por Portugal em abril e maio de 2022 com sete concertos feitos exclusivamente com os dois violões Fênix.

O show “Paulinho Moska: Os Violões Fênix do Museu Nacional” começa com a exibição dos primeiros 15 minutos do documentário num telão no fundo do palco seguido de um repertório composto por grandes sucessos de sua carreira como Tudo Novo de Novo, A Seta e o Alvo, Pensando em Você, A Idade do Céu, Lágrimas de Diamantes, Último Dia, Muito Pouco, além de uma música inédita do mestre Pixinguinha que ganhou letra escrita recentemente por Moska: “A Dor Traz o Presente” (Pixinguinha/Moska).

O show é uma celebração da terceira vida dessas madeiras, que um dia foram árvores, depois viraram objetos de uma casa incendiada e agora são instrumentos de música e poesia. São usados microfones de alta qualidade para a captação de um som de mais de duzentos anos.

“Uma grande metáfora da vida, que precisa ser transformada e renovada em seu sentido” Paulinho Moska.

A história completa da confecção dos instrumentos pode ser conferida no documentário “Fênix – O voo de Davi”, com roteiro de Vinícius Dônola e direção de João Marcos Rocha e Roberta Salomone, no GloboPlay.

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